"ANGOLA – DEMBOS – GOMBE-IA-MUQUIAMA"******

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Bem vindo a este documentário sobre o Destacamento do GOMBE-IA-MUQUIAMA da Companhia de Caçadores 1204/70.
Esperamos que desfrute de alguns momentos para saber mais sobre a história da guerra que ceifou um total superior a 1.000.000 de vidas...
...no final deixe seus comentários e repasse o nosso documentário para seus amigos.
Talvez Você nunca tenha lido nada sobre este aspecto da guerra!!!

... pois ... a guerra pode não ser só matar ...
... mesmo em frente a um soldado inimigo, só deves atirar se ele te apontar a arma ... se ele estiver fugindo, captura-o, não o mates ... respeita-o!!! ... salva-lhe a vida!!! ... depois com o tempo ... faz-lhe ver que ele estava errado ... que só matar não resolve nada ... e ele se tornará o teu MAIOR AMIGO, o teu MELHOR ALIADO ... e estará sempre do teu lado e te defenderá de TODOS OS PERIGOS ... PODES TER A CERTEZA DISSO!!!
Foi esta a principal e maior lição que tiramos da vida do Gombe-ia-Muquiama !!!... Leia e comprove esta vivência no Ícone "FACTOS" ...

O PORQUÊ DESTE SITE?

"Para que outros possam perceber o que foi a Guerra Colonial, é preciso que os combatentes, principais protagonistas, dêem o seu testemunho e se desprendam das afrontas que os covardes lhes pretendem atirar ... ao caluniarem e desprezarem os que sofreram terríveis privações..."
(in o Despertar dos Combatentes - de Joaquim Coelho)

Muito se tem escrito sobre a Guerra de Angola... uns contra... outros a favor...

... uns contra, na maioria metropolitanos, que julgavam mandar seus filhos e netos para uma luta supostamente “pró-colonialista”, guerra esta que não tinha o menor interesse economico ou sentimental para eles...

... outros, muitos ex-combatentes metropolitanos, autênticos nobres guerreiros lusitanos, foram e continuam a ser defensores da integridade da Pátria, verdadeiros heróis anônimos, que felizes, ainda se orgulham de terem lutado nas Terras de Além-Mar ...

... outros, ex-combatentes metropolitanos, que "visitaram" Angola e se esconderam nos quartéis e nas messes de oficiais, sem terem ouvido sequer um estampido disparado de uma arma terrorista, sem qualquer espírito patriótico ... tamanha má vontade de servir a Pátria, sempre foram e serão medrosos e covardes... cospem no prato que comeram ... e usam lamentações cínicas e hipócritas e criticam o esforço de guerra que Portugal fez para manter aquelas terras como parte indivisível da Nação e se esquecem que por aquelas paragens já se havia derramado muito sangue lusíada, de brancos, de pretos, de mulatos, de todas as raças e etnias ...

... outros, os “heróicos bravos da revolução de 25 de Abril”, esses vis traidores da Pátria, lacaios da União Soviética, perpetuaram a “libertação” dos territórios das Províncias Ultramarinas ... e deixaram a população entregue à sua própria sorte ... entregando as populações étnicas fiéis à Bandeira Nacional a mercê de um estado de sítio de ódio racial e tribal - sabe-se lá quantos destes fiéis patriotas sobreviveram ...
Veja abaixo a carta que o traidor Vice-Almirante Rosa Coutinho escreveu para o Agostinho Neto

... outros, ligados à Pátria Mãe em toda a sua essência e dimensão, naturais de Angola, de todas as raças e etnias, se engajaram na defesa do território por amor à Pátria e à Bandeira Nacional ...

... outros, os dos Movimentos de Libertação de Angola, defenderam e praticaram o ”Terrorismo” aliado a uma “Política de Ódio Racial e Tribal”, para conseguirem a “Independência” e conquistar o “Poder”, custa-se o que custa-se, nem que fosse necessário matar os próprios irmãos, quantos mais melhor, para não ter dúvidas!!!
Querem melhores provas das razões do golpe de estado do 25 de Abril de 74 ?

Este deve ser um dos documentos que o Edmundo Pedro, Vitor Crespo, Vasco Lourenço, Otelo e outros muitos lacaios comunistas, devem expor no museu que eles próprios querem criar e onde deviam ser pendurados.

E o que resta disto tudo? De Angola resta uma colônia do imperialismo comunista, vítima da “democracia” e “liberdade” comandada pelos lacaios moscovitas. Terra destruída, terra queimada, terra minada, com milhões de seus filhos perseguidos e assassinados, milhares de refugiados, milhares de mutilados, milhares de órfãos, milhões de famintos e de miseráveis, população aterrorizada e humilhada, literalmente abandonada à sua própria sorte.

Isto é que é a “libertação?” - Isto é que é a “independência de um povo ?” - Ora, vão-se danar!!!

Segundo esses "libertadores": “Para se conquistar o poder tem que se "pacificar" os povos ... e de que maneira? ... Quem não é a nosso favor é nosso inimigo!!! Não vamos dar chances de vida!!! ... Temos que matar, para não deixar dúvidas ...mate-se à vontade homens, mulheres, velhos e crianças, sem justiça, sem tribunais, tem que ser morte sumária horrorosa, quanto mais horrorosa melhor!!!”

Podem dizer o que quiserem, mas o mais importante é que os factos do Gombe-ia-Muquiama aqui relatados foram reais. Com facciosismo lusitano, ou não, mostram que, apesar de se estar numa guerra, se procurava a VIDA e não o “alastramento do terrorismo” ou o “pagamento pela mesma moeda”.

Pesquisamos na Internet sobre a descolonização de Angola e encontramos muita coisa que serviu de base para repassar aos leitores, em especial as barbáries efetuadas pelos “LIBERTADORES” no Norte de Angola, devidamente ilustrado com fotografias extraídas de sites na Internet , cuja utilização veemente agradecemos aos autores em nosso nome e das gentes de Angola. Para melhor se entender os factos, foi feita uma descrição sumária do que aconteceu em Angola a partir de 1961 até ao final da “guerra civil” (se é que ela já acabou!!!) e depois fizemos uma descrição de alguns factos que marcaram o tempo que passamos no Destacamento Militar do Gombe-ia-Muquiama.


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