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UM
POUCO DA HISTÓRIA |
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Casa comercial pilhada e
incendiada
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... Em
março de 1961, os movimentos de libertação desencadearam
na Região dos
Dembos (Norte de Angola), uma onda de ataques a pequenas
e pacíficas povoações e fazendas agrícolas, cujo objetivo
era matar pessoas indefesas, homens mulheres e crianças
... não interessava a idade ... não interessava a
cor ....
A ordem era: “MATAR !!! ... MATAR!!! ... MATAR!!!
...”
... era o massacre organizado pela União das Populações
de Angola (de Holden Roberto), |
onde foram mortos
e mutilados alguns milhares de colonos brancos e empregados
negros, nas fazendas de café, zonas dos Dembos, Negage,
Úcua, Nambuangongo...
...as autoridades perderam o
controlo das vias de comunicação para toda a zona
norte, onde foram destruídas pontes, obstruídas as
estradas com derrube de árvores e abertura de valas...
A partir de Abril e meses
seguintes de 1961, as tropas especiais começaram a
reconquistar povoações e fazendas, como Bembe, Maria
Teresa, Quicabo, Canda, Quipedro, Nambuangongo, Sacandica,
Madimba, Maquela do Zombo, 31 de Janeiro, Songo...
Veja a seguir fotos das atrocidades cometidas por
esses bandos selvagens, que se escondiam nas matas,
nas serras, nas povoações destruídas, em toda a parte
dos Dembos: |

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Casa do soba de Cassoneca
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Morto à catanada, degolado
e queimado
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Mais dois bailundos queimados |
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Soba de Cassoneca morto
à catanada e esventrado pelos assassinos da UPA
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Cabeças
de bailundos decepadas |
Uma criança branca degolada |
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Crianças assassinadas
no berço nos arredores de Quitexe(fazenda Nunes).
15 de Março, um "troféu" para os dirigentes
da UPA
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Fazenda Tabi. Os bandidos
drogados depois de cortarem a cabeça aos pacíficos
trabalhadores bailundos espetaram-nas em estacas
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Catanas, as armas assassinas
ainda manchadas de sangue
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Nambuangongo.
Bailundos mortos à catanada com a cabeça decepada |
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Jovem branca de 18 anos,
violada e assassinada numa fazenda perto de Quitexe.
O cadáver desnudo com um pau metido na vagina
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Fazendeiros brancos mortos
à catanada depois das suas mulheres serem violadas
na sua frente. Às mulheres foi-lhes espetado um
pau na vagina
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Sebastião D. Baxe
Houve milhares e milhares
de mártires, como por exemplo, o cabo de cipaios
da povoação 31 de janeiro, que abandonado pelos
outros soldados, lutou até a morte, contra mais
de meia centena de terroristas, sendo encontrado
dias depois, na reocupação, abraçado à bandeira
nacional.
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O Exército
Português em Angola
Os ataques sucediam-se cada
vez mais bárbaros e mais cruéis ... e Angola inteira
vivia as horas trágicas, acompanhando os acontecimentos
que se alastravam pelas regiões do Norte.
Angola não tinha soldados
preparados para a defender aquelas regiões. A paz
sempre reinante em Angola não necessitava de soldados
para a defender.Em Angola,
os efectivos militares contavam, no início de 1961,
com 5000 militares africanos e 1500 metropolitanos,
organizados em dois regimentos de infantaria — um
em Luanda e outro em Nova Lisboa — cada um com dois
batalhões de instrução e outro de atiradores e um
grupo de cavalaria, sediado em Silva Porto. A densidade
média era, portanto, de um soldado para cada 30 km2.
Imediatamente disponíveis para acorrer à zona afectada
estavam apenas 1000 soldados europeus e 1200 africanos.
Foi quando o 1º Ministro
de Portugal, Antonio de Oliveira Salazar, anunciou:
"para |

1961 - Luanda desembarque
de tropas
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Angola rápidos
e em força"... e progressivamente foram chegando
tropas vindas de Lisboa, que imediatamente partiam
para o Norte para combater os “terroristas”, oferecendo-lhes
uma luta sem tréguas, uma guerra sem quartel (...). |
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Desfile das tropas
chegada de
Portugal na marginal
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Desfile
das tropas
A "marginal"
de Luanda estava repleta de gente. Milhares e milhares
de pessoas de todas as condições sociais apinhavam-se
ao longo de toda a avenida para ver desfilar o primeiro
contingente militar chegado de Lisboa a bordo do "Niassa".
Rapazes de todos os pontos do continente, desde o
Minho ao Algarve, enquadravam este contingente militar,
o primeiro a acorrer à defesa de Angola... |
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Árvores derrubadas na
estrada para dificultar o acesso e um carro de combate
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Coragem e raça lusitana |
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...a caminho da pedra
verde
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Ponte
derrubada |
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Toda espécie de árvores
para impedir a marcha vitoriosa
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Desafio vencido, depois
de uma resposta frontal
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Sempre atentos... ao
perigo!
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Para
Angola rápido e em força
(Salazar)
Do Algarve, das Beiras do Ribatejo, do Minho, do Alentejo,
da Estremadura, de Trás-os-Montes, de toda a nação
lusíada a brava juventude portuguesa foi em defesa
de terras de Portugal, assoladas pela cobiça internacional,
e venceram no terreno a guerrilha. Os soldados portugueses
uma vez mais, ao longo de oitocentos anos de história,
responderam presente! |
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E
a resistência lusitana surgiu!
E toda a população praticamente
indefesa lutou bravamente com armas rudimentares e
sem elas, foram brancos, pretos e mulatos na defesa
da pátria e das fazendas, em luta contra o tempo e
aguardando os reforços que seguiam.
Na zona de Mucaba, no distrito do Congo, actuaram
com eficiência e bravura, algumas colunas militares,
essencialmente constituídas por soldados pretos. Particularmente
de assinalar a actuação dos bailundos. |
Os
valorosos defensores da Damba
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Os três soldados
da foto foram particularmente destacados pela sua
enorme valentia e popularmente chamados de "três
mosqueteiros".
O primeiro da direita, o popular 96, foi barbaramente
assasinado pelos terroristas
... e a onda dos ataques terroristas a pequenas povoações
e a fazendas agrícolas se alastrou pelo Norte de Angola...
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Sinais macabros...só
as cabeças!
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Em Dezembro
de 1963 os terroristas começaram os massacres na zona
fronteira do Leste de Angola ...
“Pela parte portuguesa, a guerra sustentava-se pelo
princípio político da defesa daquilo que considerava
território nacional, baseando-se ideologicamente num
conceito de nação pluricontinental e multirracial.
Pelo outro lado, os movimentos de libertação justificavam-se
com base no princípio inalienável de auto-determinação
e independência ...” Até 1972 os combates enfrentados
pelo Exército Português foram duros, mas o “bravo
e heróico combatente português, de todas as raças
e etnias” venceu e destroçou os bandos de terroristas
...
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O Controle
Militar do Território
Em 1974, o Exército português controlava militarmente
todo o território. As operações tinham cessado e a
livre circulação era um facto... A tropa que estava
em Angola era mais que suficiente para manter afastados
os tais " libertadores " a soldo das grandes
potências mundiais... |
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Desfile na marginal
de Luanda
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Em 1974 Angola
era uma Nação próspera praticamente auto-suficiente
em tudo. Tínhamos bons quadros técnicos, serviços
de saúde pública e privada, indústrias, agricultura,
pescas, minérios, petróleo e diamantes, enfim, tudo
o que uma grande nação poderia ambicionar.
Os movimentos estavam dominados e passavam fome, apenas
faziam combates de emboscadas e fuga em algumas zonas
do Leste de Angola (aliás quem os viu entrar em Angola
depois do 25 de Abril) sabe muito bem como eles se
apresentaram, esfarrapados, esfomeados e com uma maioria
de canhangulos tendo apenas o FNLA que recrutou zairenses
e recebeu fardas novinhas bem como metralhadoras que
ainda brilhavam. |
A ”Revolução dos Cravos” em Portugal
O dia 25 de Abril de 1974, com a “Revolução
dos Cravos” surpreendeu tudo e todos em Angola.
Em verdade, a revolução de Abril foi somente um acto
provocado por interesses imperialistas estrangeiros
para conseguirem através da metrópole o que não conseguiram
no teatro de guerra das províncias ultramarinas...
É por este motivo, que a democracia em Portugal esteve
por várias vezes ameaçada, quer pelo Partido Comunista
Português, quer por grupos radicais de esquerda. Por
pouco, Portugal não trocou um regime autoritário,
mas nacionalista, por um outro regime igualmente autoritário,
mas infinitamente mais repressivo e antidemocrático
com sede em Moscovo.
"Infelizmente, a maioria dos portugueses parece
desconhecer que a guerra no ultramar foi incentivada
e patrocinada por países que tinham interesses em
Angola e Moçambique. É hoje público que a União Soviética,
os Estados Unidos da América, a China, a Inglaterra
foram os que mais contribuíram para uma degradação
da presença portuguesa em África. Por isso, ao contrário
do que se propagandeava em Portugal nas décadas de
60 e 70, e que ainda hoje muitos tomam como verdade,
os movimentos terroristas não tinham na sua génese
a autodeterminação, mas sim uma concepção imperialista
que permitisse à União Soviética e aos Estados Unidos
controlar importantes e ricos territórios africanos
que pertenciam ao Império Português. Por conseguinte,
a guerra do ultramar não era uma guerra entre Portugal
e um conjunto de grupos guerrilheiros, mas entre Portugal
e os países acima referidos.
Lamentavelmente Angola teve menos sorte. A forma como
Angola foi ABANDONADA pela “Revolução dos Cravos”
foi simplesmente indigna de um estado civilizado,
mas obedecia a uma lógica soviética executada em Portugal
nas pessoas de Cunhal, Soares e afins. O que muitos
em Portugal clamaram como descolonização, ou descolonização
possível, foi em verdade um processo que resultou
na morte de milhões de civis, de guerras prolongadas,
fome, miséria e devastação.
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...bravo e heróico
combatente português, de todas as raças e etnias...
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Agostinho Neto
na chegada a Luanda em 06/02/1975, fez um discurso
cujo título era: "Vamos o mais rapidamente possível
construir a nossa Nação independente, construir a
democracia para o povo e redistribuir as riquezas
do País"Para o Agostinho Neto “construir a democracia”
– foi matar populações inteiras indefesas, irmãos
da própria raça, para conseguir se manter no poder
... só ao longo dos 27 anos da “guerra civil” após
a "independência", as estimativas apontam
para mais de um milhão de mortos, mais de quatro milhões
de refugiados, 100 mil mutilados e mais de 50 mil
crianças órfãs.... e com a ajuda de quem??? Russos
e Cubanos!!!...e os “colonizadores portugueses” é
que eram os INIMIGOS DO POVO ! ... Ora, venhamos e
convenhamos, né!!! ...E a “redistribuição das riquezas”
não passou de saques e de destruição da maioria das
sedes administrativas, dos hospitais, das escolas,
das indústrias, das casas comerciais e campos agrícolas
(com a colocação de mais de 20 milhões de minas anti-pessoais!!!).
A tal ponto, que na maioria das cidades e povoados,
a população passava fome ... pois não havia alimentos
disponíveis ...... e eles se dizem LIBERTADORES!!!!
QUEREM ENGANAR QUEM??? |
A independência
de Angola não foi o início da paz, mas o início de
uma nova guerra.
Os três grupos “terroristas”
que tinham combatido o colonialismo português lutavam
entre si pelo controle do “poder”. Cada um deles apoiado
por potências estrangeiras, dando ao conflito uma
dimensão internacional.
A União Soviética e principalmente Cuba apoiavam o
MPLA. Os cubanos não tardaram a desembarcar em Angola
(5 de outubro de 1975). A África do Sul apoiava a
UNITA e invadiu Angola (9 de Agosto de 1975). O Zaire,
que apoiava a FNLA, invadiu também este país, em Julho
de 1975. A FNLA contava também com o apoio da China,
mercenários portugueses e ingleses mas também com
o apoio da África do Sul.
Os EUA que apoiaram inicialmente apenas a FNLA, não
tardam a ajudar também a UNITA. Neste caso, o apoio
manteve-se até 1993. A sua estratégia foi durante
muito tempo dividir Angola.
Em Outubro de 1975, o transporte aéreo de quantidades
enormes de armas e soldados cubanos, organizado pelos
soviéticos, mudou a situação, favorecendo o MPLA.
As tropas sul-africanas e zairenses retiraram-se e
o MPLA conseguiu formar um governo socialista uni
partidário.
... e a guerra alastrou-se por todo o território ...
que só parou em 2002, com a morte de Jonas Savimbi
(líder da Unita).Com a morte do líder histórico da
UNITA, este movimento iniciou negociações com o Governo
de Angola com vista à deposição das armas, deixando
de ser um movimento armado, e assumindo-se como mera
força política.
Veja a seguir algumas fotos
da autoria de Cláudio Versiniani/CB Press. São o resultado
da guerra civil entre o povo de Angola. |
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Prédios, cidades e bairros
inteiros destruídos, O desaparecimento de pessoas
e a angústia decorrente sofrida pelos
familiares são
algumas das mais terríveis conseqüências
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"Os políticos, em geral, falam muito da guerra
em Angola, todavia escapa-lhes sempre o essencial:
escapa-lhes a história que, mesmo sem a conhecerem
em profundidade, os incomoda, e, por isso, preferem
ignorá-la". (1)
(1) - in OPINIÃO,
no EXPRESSO, 31/07/99.
... o fato é que, de 1961 a
1974, durante a “guerra colonial”, e de 1974 aos nossos
dias, os Movimentos de Libertação de Angola, a título
de uma “Independência Nacional” e para a “conquista
do poder”, não se importaram de dizimar populações
inteiras ...
... Mesmo depois da “Independência” ... continuou
a ordem: MATAR !!! ... MATAR!!! ... MATAR!!! ...
... mate-se o povo em nome do “poder”, nem que seja
com a ajuda de um exército de 500.000 homens vindo
de Cuba ... nem que seja com bombardeamentos vomitados
de caças pilotados por mercenários estrangeiros ...
tanques ... bombas ... granadas ... minas anti-pessoais...
rajadas de metralhadoras ... à catanada ...
... só ao longo dos 27 anos da “guerra civil” após
a "independência", as estimativas apontam
para mais de um milhão de mortos, mais de quatro milhões
de refugiados, 100 mil mutilados e mais de 50 mil
crianças órfãs....
...e os “colonizadores portugueses” é que eram os
INIMIGOS DO POVO ! ...
Quantos da população nativa, referindo-se à ANGOLA
de 1973, não pensam hoje lá no fundo da sua alma:
EU ERA FELIZ E NÃO SABIA!!!
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... e o povo ainda mais mutilado,
faminto e pobre ...
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Atualmente,
mesmo com Angola totalmente destruída e a população
passando fome, desfiles, festas e manifestações marcam
o ritmo de vida da capital Luanda, cuja população
é obrigada a participar da farsa. As festas são palco
de incríveis mobilizações de ex-combatentes do exército
terrorista e da população, que celebram a glória do
Estado, do Partido e seus dirigentes!!!
Com a independência das antigas colónias portuguesas,
a economia desses novos
países degradou-se de tal maneira que a vida dos seus
cidadãos (o povo) desceu a níveis tão baixos que eles,
imagine-se, por ironia do destino, vêm para Portugal
aos milhares...
In MEMÓRIAS – de
Telémaco A. Pissarro |
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Nos
campos e estradas além das minas, um número desconhecido
de restos de explosivos, tais como morteiros não detonados,
granadas e bombas, ameaçam as pessoas |
...
placas para assinalar a presença de minas... |
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